19 de mar. de 2007

do brado

As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico. A primeira frase do Hino Nacional. Eder Brito, da Secretaria Municipal de Esportes não honra o nome e dá mancada, ignorando o sujeito.

http://portal.prefeitura.sp.gov.br/noticias/sec/esportes/2007/03/0043

Seu texto começa com Ouviram do Ipiranga um brado retumbante. Primeiro ignora o sujeito, mantém só seu adjunto adnominal transformado bizonhamente em um adjunto adverbial de origem. Além disso o brado que seja do então regente D. Pedro de Bragança e etc virou um mero brado, como algum perueiro lá no Ipiranga abrindo a porta e bradando Cambuci-Aclimação-Vergueiro, MetrôAnaRosa-MetrôParaíso.

14 de mar. de 2007

Ratos com asas

Ou Ratos de asas.

Sempre fiquei intrigado com a origem da expressão. Desde que ouvi, não lembro quando, eu chamei pombos de rato-de-asa. Hoje descobri que a Letícia também os chama assim. Ela ouviu nos Simpsons. Decidi finalmente procurar na internet a origem do dito.

O autor é um inglesinho franzino que escreve uns filmezinhos chamado Woody Allen. No roteiro de 1980 chamado Stardus Memories (em portugês Memórias). Uma tal Sandy chama os pombos de ratos com asas (rats with wings) quando a Dorrie traz um pra dentro de casa.

O prefeito de Londres, durante sua campanha contra os pombos de Trafalgas Square no início dos 2000, repetiu o jargão. Ele fechou a única loja de comida de pombo licenciada do lugar, um negócio de uns 50 anos.

8 de mar. de 2007

Lá embaixo

Estou aqui na prefeitura trabalhando. A Al Jazeera, aquela moura TV do QAT montou um posto aqui embaixo e vai falando mal do Bush.

7 de mar. de 2007

Galinhópolis urgente! trânsito

Complementando a nota anterior.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u90054.shtml
fonte: Folha online

Comentário: Acho que o McDonald's não é da família Bush nem do Governo dos EUA. Não há nada dizendo que o presidente norte-americano vai visitar alguma loja ou comer em alguma delas. Porque os arruaceiros da UNE querem fazer protesto na frente de lojas do McDonald's? Não quer comer no McDonald's, morra de fome!

Fechamento de ruas

Galinhópolis urgente! trânsito ¡furo!

A Companhia de Engenharia de Tráfego* não vai divulgar o fechamento de ruas de amanhã porque quem está cuidando disso é o exército que está cuidando disso.

Noto que não pesquisei a fundo a questão. Mas concluo, talvez precipidadamente, que, sendo o exército, foda-se a circulação e o resto da cidade, a rua vai ficar fechada e pronto.

* - (CET, órgão da secretaria municipal de trasnportes resonsável - direto - pelo trânsito na cidade)

6 de mar. de 2007

Na Alemanha, prendem gente por fazer depósito

Essa eu não entendi direito.

Galinhópolis ugente! economia

Homem é preso por "depósitos"
Alemanha, Berlin - Um sujeito de 18 anos foi detido por defecar várias vezes na frente de um caixa eletrônico em uma agência bancária na cidade de Eggmuehl, sul da Alemanha, disse a polícia nesta terça-feira (6/3).

(caixa eletrônico - cash machine - maquina de dinheiro; ela só sacava, nem aceitaria os depósitos do coitado...
agência bancária - bank vestibule - aquela área dos bancos que só tem caixa eletrônico)

Um porta voz disse que o homem, que deixou seu depósito por oito vezes, só foi pego depois que o banco instalou monitores para filmá-lo em ação. Uma funcionária depois o avistou enquanto o "meliante" tomava um ônibus local.

Ela alertou a polícia e eles o detiveram quando ele descia do ônibus. O "cagão" enfrenta acusações de vandalismo, disse o porta-voz.

grifos nossos, "termos por nós acrescentados" ou "traduzidos livremente"
fonte: Oddly enough da Reuters, 3/6

5 de mar. de 2007

Il Carcamani bateram em todo mundo esse final de semana

Em respeito à Omertà, serei o próximo a apanhar.
A máfia de volta à ativa.
Parmera 3-0 no Curintia e isso aí.

Galinhópolis urgente! educação


Parentes espancam professor por causa de notas
Itália - Uma família italiana irada espancou um diretor porque eles estavam descontentes com as notas de um jovem parente e com o banimento de celulares na escola.

Os três homens, incluindo o pai e o avô do estudante, socaram e pressionaram o diretor Ugo Castorina na Lombardi, em Bari, sábado (3/3), disse a polizia.

Eles estavam raivosos pelas notas no último boletim e pela recente banição dos celulares na escola feita por Castoriana, que dirigia há 22 anos.

Castoriana foi levado ao hospital e tratado das contusões. A polizia o escoltou de votla à escola.


Quem mandou Castoriana recusar?!

22 de fev. de 2007

Muito além das Farc

Pra quem acha, papai, que a Colômbia é um lugar legal.
Oddly enough da Reuters, grifos nossos, claro.

Galinhópolis Urgente! diversão

Palhaços mortos a tiro no circo
Colômbia - Um atirador não identificado acertou e matou dois palhaços durante seus números em um circo nômade em Cucuta, no leste da Colômbia, informou a polícia quarta-feira (21/02).

O atirador invadiou o Circo del Sol de Cali segunda-feira (19/02) à noite e atirou nos palhaços na frente do respeitável público de (!) entre vinte e cinquenta pessoas, informou o chefe de polícia local Jose Humberto Henao à agência Reuters. Um dos palhaços morreu na hora e o outro, no dia seguinte, no hospital.

"Os assassinatos não tem nada a ver com o show que as vítimas estavam apresentando na hora do incidente", disse Henao em entrevista por telefone. "Estamos investigando o motivo."

Com entrada a menos de 50 centavos de dólar, o Circo del Sol de Cali atrai principalmente pobres colombianos. Ele armou suas tendas em Cucuta, perto da fronteira com a Venezuela, no começo do mês.

"Os palhaços entraram para apresentar seu show e então o cara surgiu atiando neles", disse um dos presentes à uma TV local. "Foi terrível."

Qualquer garrafa plástica...

lmc

9 de fev. de 2007

direto pro inferno

Uma barraquinha de pão com mortadela - 0,99R$! - na CPTM Barra Funda. Um Brito com uma nota de 2 reais na mão. Uma atendente do lado do caixa conversando com um terceiro sujeito. E só.

10 segundos. 20. Um minuto.

Uma barraquinha de pão com mortadela - 0,99R$! - na CPTM Barra Funda. Nenhum Brito. Uma atendente do lado do caixa ainda conversando com um terceiro sujeito. Nada mais.

7 de fev. de 2007

Hoje precisava. Besides: mudei pra conta do Google - vendendo minha alma.

Tava com saudades do metrô news.

MARY MASSAGEM anti-
stress c/tailandesa e algo +
sala aquecida 5908-070X

24 de jan. de 2007

Direto pro inferno

A mãe dele não vai.
Letícia almoçando Cardoso, sobre o prefeito Gilberto Kassab (nota, a mãe dele faleceu ano pasado).

há extatos três anos

Um lamento

E tosco, como só um lamento pode ser.

Eu vi Trojan War esses dias. Legal o filme.

"São só vocês trÊs ou todos os homens são idiotas?
Ah, não, basicamente todos homens são."

"O amor é uma conspiração capitalista de floristas gananciosos."

O cara teve o tempo todo a Jennifer Love Hewitt perto, e s empre quis a loira longínqua. É, realmente todos os homens são retardados.

Eu me vi naquele cara. Maus tempos, aqueles! A Jenny não era (nem é) minha melhor amiga, nem a Broke, loira; mas deu tudo na mesma, menos o final feliz, afinal, a vida não é um filme adolescente.

É o típico acontecimento ao qual só resta implorar: por favor, desaconteça!*
Ou, no meu caso particular: por favor, aconteça!

Agora já não sei mais pra onde vou. Norte, garantido, ou Sul, só dia 4?!

Ah, outra coisa. Existem sim coisas gratuitas na vida; o amor é uma delas. Mas eu penso assim porque soa melhor e porque encaro a história toda de um modo diferente; existem coisas gratuitas, mas não existem coisas isentas de riscos. Você só escolhe quais corre.

My own trojan war: Corri os errados, e a Jenny achou um cara melhor. (Melhor?! Será?!)

Bom, de qualquer forma, vou lançar brevemente meu CD; as letras sairão aqui, algumas comentadas, e a capa em Fotos Idiotas.

Espirro Rotineiro, o título do CD.

* - adorei essa parte. tá errado no original, desconteça.

Decaída paterna

Cuidado com as decaídas paternas.

1. pensar em nomes
Cruzei com a Alice, menos de 5 anos, na entrada das piscinas do Cepê. O nome clama pedofilia, mas era uma menininha linda - e o nome me chamou atenção na hora.

2. se alegrar com coisas do tipo: um RN nascido dia 1/1/2007
Vinte e quatro dias, andando de ônibus com a mãe (gorda) e o pai (mau-encarado).

3. tou buscando o post antigo

direto pro inferno

Mais uma da série de Direto pro inferno


Comer? Mas você já comeu ontem!
Edson Rosa para Letícia estou-indo-almoçar Cardoso

De novo eu.

19 de jan. de 2007

direto pro inferno

A Saraiva tem me bombardeado de propaganda.

Diz que as agências de apostas inglesas, inglês só pensa nisso, tão faturando alto com a eventual-possível provável-iminente morte de Mr Potter.

Se eu fosse de apostar, apostaria que Mrs Rowling vai arranjar alguém para apostar por ela em um desenlace mais improvável possível, tipo, Wormtail com um Colt ou um dos amigos, ou o Dumbledore ou até Colonel Mustard com a chave inglesa no study. Aí ela, oras, escreve o bloody desenlace e divide a grana. Eu apostaria nisso. Mesmo ela sendo tão rica como deve ser.

Direto pro inferno ao cubo, porque mando eu, ela e o maconheirinho.

16 de jan. de 2007

Da série Direto pro inferno

Vocês não acham que o buraco é mais importante?

Letícia Maria Delamare Cardoso

27 de dez. de 2006

20 de dez. de 2006

de principia

Vou falar bonitinho.

Você se prostituiria, homem ou mulher, para sustentar os (seus próprios) filhos?

15 de dez. de 2006

da série de de volta do inferno

Esses dias, Theodor Adorno e uns outros caras colaram lá em casa. A gente pediu pizza e ficou jogando cartas até quase meia noite, quando eles saíram fora para não perderem o metrô.

O cara tá meio zoado com a coisa toda. Desde que inventou "indústria cultural" a "indústria cultural" acha que é, bem, uma índústria.

A Tamires tava junto. Ela colou de Maringá, na cara dura mesmo. Aí foi embora no outro dia cedinho. Mas, chatona, nem me falou se sai da Barra Funda ou da Tietê.

6 de dez. de 2006

perfeci quattuor et uiginte.

5 de dez. de 2006

pra quem comentou, sob àlcunha unterstand,

nunca pretendo estar na mesma linha do Datena.

mais um da série direto pro inferno

Ontem foi aberta uma exposição de presépios no rol do terceiro andar aqui da prefeitura.

Na abertura, um programa social distribuía bebes e pequenos panettones aos presentes enquanto um violinista animava - ? - o ambiente.

Quando a informação chegou aqui em cima, umas seis horas, primeiro hesitei, mas aí o Marcelo soube também e descemos. Tomei três chás e subimos de volta com um panettonezinho só (cada um) e desculpas esfarrapadas.

Na saída, quase sete, lavei a cara e pedi outro. Além: tomei outro chá. Tão os dois ná D. Margot à espera de que eu os coma.

29 de nov. de 2006

Neuropsychopharmacology

Vou assinar essa revista.

16 de nov. de 2006

objetividade é outra história

A discussão já rendia dias de e-mails. Silvana Salles terminou com ela.

1- "Pq 75% (num lembro o dado exato da folha) dos formados em jornalismo abandonam a profissão? Minha pergunta foi, se não dá grana e nem realização, pq as pessoas continuam? Pq eu continuo? Sei lá! hahua"
Acho que algumas pessoas se iludem, outras ficam de saco cheio, outras descobrem uma coisa que as satisfaça de um jeito mais eficiente. É como o Henrique falou, as pessoas só fazem o que querem. E outra: quem disse que jornalismo não dá realização? Pra mim, não tem coisa melhor do que olhar pra um trampo legal que eu fiz e pensar comigo, "isso tá do carallho". Se não realiza os outros, já não é problema meu.

2 - O negócio do Japão. Acho que não dá pra comparar. São contextos e histórias diferentes. Ótimo, os japoneses conseguiram reconstruir o país e melhorá-lo de um jeto rápido e fantástico. Ainda assim, eu não tenho a menor vontade de viver lá. Mas eu tenho vontade de viver aqui. Parafraseando várias pessoas aqui (hahahaha), é muito fácil falar de malandragem e manezice quando você tá no topo.

E o 4, "Qual a causa, motivo, razão ou circunstância do amigo do Henrique ter deixado o GP BR pelo basquete?"
Visto que eu passei 3 anos e meio da minha vida me estressando com o futsal, acho que posso dizer que o motivo não é nada mais que tesão pela coisa que o cara faz. Você pode reclamar, se emputecer e pensar que devia ter ido fazer outra coisa, mas no fim você curte o que faz, e isso não tem como negar. O que me faz voltar à questão do jornalismo: continuo porque eu curto, apesar de todos os problemas, cascatas e ***jbcs*** que tem por aí.

da série de clones

quid est veritas?

Pisando em ovos

O que pode ser pior que viajar uma meia hora para ficar das 18h à meia noite enfiando termômetros nas cloacas de frangos em um abatedouro?

Ser um frango, viajar sem tempo definido e ficar acordado até perto da meia noite para enfiarem um termômetro no seu fiofó e depois te degolarem.

E o Danilo tem que fazer isso. Diziam que ser jornalista era ruim... Mas é tudo para melhorar (os últimos momentos d)a vida dos frangos.

8 de nov. de 2006

mais uma da série direto pro inferno

besteira qualquer
nem choro mais
só levo a saudade, morena
é tudo que vale a pena
(mc)
Galinhópolis urgente! informa:
breaking news
Eu vi o videoteipe do programa do Datena, em que ele mostra uma reportagem de um ano atrás sem avisar isso. A única alusão ao passado é feita no final, quando ele pergunta ao repórter quando havia telefonado para lá e se a situação continuava a mesma
Eu vi o videoteipe do programa seguinte do Datena, em que ele justifica as reclamações (um tanto óbvias) que deve ter recebido dizendo que "várias vezes" dizia que era uma reportagem do ano passado.
Não disse.

7 de nov. de 2006

direto de portugal

Acabei de voltar do mercado municipal daqui de Braga, portugal. Trago
embaixo do braço uma galinha preta, a qual devo ficar segurando, na mesma
posição, embaixo do braço, até domingo. Pai Afonsinho do Ogum também recomendou que eu não tomasse banho. Não por causa da macumba, maspor causa da galinha, que pode se assustar com o sabão e o xampu. Tenho doze velas de diferentes cores acesas no quarto, cada uma com o nome de um dos nossos jogadores escrito. A macumba tá feita, agora só façam a parte de vocês. Se vocês forem campeões, domingo é dia de galinhada. Se vocês perderem, tenho que criar a galinha comigo até o dia que ela morrer. Conto com vocês.


Saravá!


André Tristão,
pivô em intercâmbio, sobre nossos pedidos de mandinga para a vitória do basquete ecano no VII BIFE

post scriptum: nós perdemos.

6 de nov. de 2006

pra quem torce o celso pitta?

Eis o que descobri.

fonte - mesa de botequim, agosto de 2005

based on a true history

O cara chegou de um estado distante de São Paulo. Viajou horas seguidas de ônibus só para ver a a final do Campeonato Brasileiro entre Corinthians e Cruzeiro, no final dos anos 90. O jogo estava marcado inicialmente para às 16h, mas por imposição do prefeito Celso Pitta, foi transferido de última hora para às 21h30.

Sozinho na capital no início da tarde e sem ter o que fazer até a hora do jogo, ele resolveu telefonar para uma amiga que conhecia apenas pela Internet. Isso bem antes da banda larga, das fotos digitais, do messenger e outros artefatos que mostram exatamente quem está do outro lado. Era um encontro às escuras, literalmente.
Para a sorte do rapaz, a moça era atraente. Não só isso, ela ainda gostou muito dele. Não tardou muito, e os dois estavam em um quarto de hotel desfrutando dos pecados da carne.

Terminada a segunda sessão carnal, ele resolveu ligar a TV para relaxar. A noite caía em São Paulo. E as coisas iam muito bem naquele quarto. Estavam dando início ao terceiro round. Ela ia para cima dele, com ares de "quero mais". E ele desfrutava de sua condição de macho desejado ardentemente. Isso até a Globo fazer uma chamada diretamente do estádio do Morumbi.

Cléber Machado dava as primeiras notícias sobre o jogo, falava do público que já enchia as arquibancadas, das emoções. E os olhos dele ficaram arregalados. E ela beijava-lhe o corpo, cheia de amor para dar. Ela ardia em brasa quando...

- Preciso ir para o jogo.- Quê?- Desculpe. Mas eu vim aqui pra isso. Não posso perder essa final.

- Mas... e eu?

- Depois do jogo eu volto aqui e a gente continua.

- Seu cafajeste! Seu filho da puta! Você me usou!

- Me responda uma coisa: você gozou?

- Sim, mas...

- Então acabou a história aqui, minha filha. Com licença, eu vou pro jogo.

Largou tudo o que estava fazendo, pegou sua camisa do Corinthians, sua bandeira, e foi lá ver seu time ser campeão.


Dúvidas já previstas dos leitores deste blog, respondidas pela editora:

1) Seria esta uma história sua, e agora você conta como se fosse outra pessoa?

Não. Ouvi essa história na sexta-feira de um cara que mora longe. Tive que me conter para não enfiar a mão na cara dele. Final de campeonato é sagrado, ele não tinha nada que ir para hotel com nenhuma sirigaita.

2) Se fosse com você, o que faria?

Bem, eu não iria para um quarto de hotel* no mesmo dia em que conheci um cara na Internet. Mas supondo que ele fosse o Brad Pitt, o Joshua Jackson ou o Mister Big, eu iria com ele para o estádio após os rituais de acasalamento, e depois celebraria o título em alto estilo por uns dez dias seguidos. Já emendaria Natal e Ano Novo.

Mas falando sério, se um cara desse uma mancada dessas comigo, eu acharia legal que ele comemorasse bastante o troféu do campeonato, porque nenhum milagre da cirurgia conseguiria reimplantar o pipi dele, depois do que eu faria com o tal, utilizando-me de gasolina e fósforo.*

3) O que você disse para o cara que te contou essa história?

Nada.

4) O que você fazia enquanto ele narrava tal conto?

Enchia a cara de vinho e pensava em duas coisas: que ele poderia estar mentindo para se valorizar, e que é muito melhor ficar na roça do que passar por isso.

5) Ele era seu date*?

Não, nunca foi. Ele era um amigo do amigo que eu encontrei numa reuniãozinha na casa da minha amiga.

6) E o que você achou da história?

Ridícula. Mas não posso ser injusta. Tem mulher que pede pra ser feita de tonta*.

nn.ee.
* - hm?!

26 de out. de 2006

Morre bode transgênico

GALINHÓPOLIS URGENTE
Da Rádio Bandeirantes e TV Jornal

Carlos, um bode transgênico, morreu de nefrite no Ceará dia 23 de julho. Ele tinha 17 dias.

A informação só foi divulgada, segundo o TV Jornal, esta semana. A Rádio Bandeirantes divulgou esta manhã.

A causa da morte do caprino, salientam todos, não foi a inserção de um gene humano e sim a infeccção renal.

O bode tem oito irmão e cinco irmãs. Em nenhum deles foi detectada a presença de transgenia. A experiência visa produzir imunorreguladores para tratar cancêr e aids.

23 de out. de 2006

mais uma da série Direto pro inferno

Funcionalismo público

(...)
Assim as piscinas que ficam lá no Clube da Cidade Ibirapuera, o
conhecido Centro Esportivo Mane Garrincha já estão abertas. Além de usufruir
as
piscinas, lá mantém dois cursos, um de natação e outro de hidromassagem.
(...)

Eis o release que circula entre as pautas da Prefeitura de São Paulo.
Vamos às incorreções.
1. "Assim as piscinas que ficam lá" é terrível. É uma conclusão de várias (precedentes) exclamações à "chegada do calor". "Lá"? Lá onde? Mas prestem atenção a Lá porque voltaremos a ele.
2. Mané Garrincha vem sem acento.
3. "Além de usufruir das piscinas, lá mantém dois cursos". Ou seja, Lá, seja Lá quem for, usufrui das piscinas e mantém dois cursos no lá no Mané Garrincha.

Não pára por aí.

Liguei para o tal clube. Oi, sou o Henrique do site da Prefeitura, recebi um release de vocês e queria mais umas informações sobre isso para divulgar no site.Vejamos algumas das pérolas que ouvi.

"Que tipo de informações?"
"Tá aberta sim. Quando abriu? Não sei. O Fulana, você sabe quando abriu a
piscina? Ah, eu também não."
"Mas é assim, ó, tem uma que já tá aberta, a pequena, mas a grande eu não sei se
está não, tem que fazer manutenção, limpeza, essas coisas."

Como no release não houvesse mais informações, perguntei também sobre os cursos.

"Ah, aí você tem que vir aqui e ver porque tem um monte de coisas, natação,
massagem, judô, capoeira - segue lista de cursos. Tem um monte de coisa."

os dias que eu me vejo só
são dias que eu me encontro mais
e mesmo assim eu sei tão bem:
existe alguém pra me libertar

(ra)

19 de out. de 2006

Nesses tempos de frisson pela F1...


A única corrida com que a gente trabalha aqui é a São Silvestre.

Chico Itaracambi, no telefone, em provável resposta ao 101º "e quando a credenciais para a Corrida?"

Galinhópolis Urgente
colunismo social
URGENTE URGENTÍSSIMO

São oito plantas a vir. "Yes! Que bonitinha, hen?" exclamou o diretor de redação, Ivo Patarra, ao ver a primeira delas (que recentemente chegou em um carrinho de carga carregado por um sujeito com cara de meu-onde-raios-eu-ponho-essa...planta?!)

A primeira, acordaram que seria colocada ali atrás da Laetitia. Acaba de chegar a outra, menorzinha. Colocaram-na no meio da redação. Silvinha jogou uma Folha de S Paulo onde será colocada mais uma delas.

Galinhópolis Urgente
colunismo social

Tem um cara com uma planta num carrinho de carga aqui atrás, sexto andar do Edifício Matarazzo.

O que um cara com um carrinho carregando uma planta faz na Secom? Nem ele nem a galera daqui sabe.

da série de não ter o que fazer

um advogado americano apresentou, no Congresso Internacional de Astronáutica, na Espanha, um projeto de instalação de publicidade no espaço.

da rádio Bandeirantes: "mas vá caçar o que fazer!"

10 de out. de 2006

da pilha
(Nunca se esqueça.)
Entrou antes, sai depois.

Por isso eu acho que tem tudo a ver.

direto pro inferno

O cara da previsão, do Climatempo.

Disse que não ia chover, tirei o guarda-chuva da bolsa. Chove.

Na verdade, eu quem vou. A possibilidade de chuva era de 10%.

6 de out. de 2006

mais uma da série direto pro inferno

Ontem eu vi um cara lendo um livro escrito caracteres hebraicos. Ele tinha um fone de ouvido da British ariways.

5 de out. de 2006

2004 revisited

http://somh1.blogspot.com/2004_01_18_somh1_archive.html
Um lamento

E tosco, como só um lamento pode ser.

Eu vi Trojan War esses dias. Legal o filme.

"São só vocês três ou todos os homens são idiotas?
Ah, não, basicamente todos homens são."

"O amor é uma conspiração capitalista de floristas gananciosos."

O cara teve o tempo todo a Jennifer Love Hewitt perto, e s empre quis a loira longínqua. É, realmente todos os homens são retardados. (...) É o típico acontecimento ao qual só resta implorar: por favor, desconteça! (...)

Agora já não sei mais pra onde vou. Norte, garantido, ou Sul, só dia 4?!

Ah, outra coisa. Existem sim coisas gratuitas na vida; o amor é uma delas. Mas eu penso assim porque soa melhor e porque encaro a história toda de um modo diferente; existem coisas gratuitas, mas não existem coisas isentas de riscos. Você só escolhe quais corre.

(...)

Bom, de qualquer forma, vou lançar brevemente meu CD; as letras sairão aqui, algumas comentadas, e a capa em Fotos Idiotas.

Espirro Rotineiro, o título do CD.

29 de set. de 2006

direto pro inferno

A moça do Podrão me pegou um salgado de frango, pôs no saquinho e pediu pra máquina imprimir a etiqueta com preço e código de barras. Mas ela imprimiu etiqueta errada, de ciabata.

A ciabata custa 0,50. O salgado, custaria 1,20.

Paguei pela ciabata sem hesitar.

28 de set. de 2006

...e o que não foi não é.

Rodrigo Amarante

Eu sempre levo as notas do que compro no bolso, para depois ticar na minha contabilidade. Elas nunca saem do bolso. Mas notinhas de leite, bolacha, almoço não causam transtorno se saíssem.

Hoje, no entanto, tem uma que fica quase pulando pra fora do bolso. Uma que não devia...!

27 de set. de 2006

boato aqui da prefeitura
(que já circula por todos os jornais)

Galinhópolis Urgente urgentíssimo informa:

Amanhã acabam as escolas de lata.

c-Kassab entre sete chaves em cerimônia.

Informação relevante: o Fernandinho vai cobrir.

23 de set. de 2006

É impressão minha ou ao mesmo tempo que tooooda imprensa sudestina esmaga o Lullin, anão líder do Companheirado Anõico das Treze-Estrelas-Vermelhas, o mesmo-dito-cujo continua batento o sorvetelesco de chuchu do Vale no primeiro turno? O Cesar Maia disse que (a produtora que faz a campanha d)o dito-cujo-o-mesmo Lullin fez uma montagem, supondo, como resposta ao discurso do Anão na ONU, que a platéia tenha aplaudido em pé. CM diz que os aplausos em pé responderam Kof(r)i Annan.



E tem uma declaração da Helóisa Hélena que não poderia faltar:


"É inadimissível que o Brasil esteja assistindo a milhares de dólares nas peças íntimas do vestuário masculino, sem origem, milhões encaminhados aos paraísos fiscais para pagar marqueteiros e dívidas de campanha do presidente."

Tudo isso, da Folha que eu não quies receber (de graça) no Cometão Campinas-SP (achando que ia ter que pagar) mas consegui tomar emprestada de um cara que largou pra trás.

Ainda bem que eu (ainda) tenho alguma Consolação pra encontrar.

20 de set. de 2006

Eu odeio o centro

Não é algo só do centro. Mas no centro é mais nojento.

20/09/2006 - 13h45
Com chuva, CET registra trânsito normal em São Paulo
da Folha Online

O índice de congestionamento medido pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) ficou em 39 km às 13h30 desta quarta-feira, normal para o horário. Chove em regiões da cidade.

Entre os maiores trechos de lentidão estão (...) o sentido Consolação da avenida Paulista.

De acordo com o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências)...

nota do editor:
O CGE, no auge das crises de ar seco (quando, segundo as definições de emergência indicam menos de 20% da umidade do ar), marca uns 40, 50%.

...da prefeitura, não há registro de alagamentos na cidade. Na última segunda-feira,
o sistema de drenagem do túnel do Anhangabaú não funcionou e a água da chuva interditou o local. Na terça, o cabeamento foi reinstalado e o túnel, limpo.

(...)

Não foi a primeira vez no local. Galinhópolis Urgente não teve temo, hehe, de ler as notícias. Fica o título. Blargh!

Das mesmas fontes.

Ladrões de fio deixam uma das principais avenidas de SP sem luz - 27/8/2002
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u57783.shtml

Furto de fiação pode ter causado queda de placas em túnel em SP - 08/10/2003
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u83559.shtml

19 de set. de 2006

(mais) paralisação

Galinhópolis urgente informa:

Comunas (try) (again) to close CJE for a week.

Malditos!

15 de set. de 2006

No elevador

No elevador. A mulher. Barriga pendurada. Feia pra lascar. Anastácia no crachá. O resto não deu pra ler.

- Eh, calorão. E nem chego o verão. Quando chegar, a gente não vai aguentar, porque se já tá trinta e cinco graus...

- Diz que vai chegar uma frentre fria - respondeu uma outra.

Terceiro andar. Descem as duas.

Então o chefão. Terno todo bonitnho, óculos mas... barriga explodindo. Como aquela calça fechava?

- O pessoal só reclama - pro cara da frente. Se tá frio, reclama, se tá calor, reclama.

Ô da barriga, você tá fazendo o que?!

19 de jul. de 2006

post 201.

19/7

dies ludopedii - dia do futebol
dies caritatis - dia da caridade (se bem que caritas, caritatis não é exatamente caridade)
dies domum ducendi Adonis Venerem - dia do casamento de Vênus e Adônis

7 de mai. de 2006

revisiting

de um ano atrás, mas nunca tão atual.

As coisas pequenas pertencem mesmo à gente. Não precisamser abandonadas. Podem ser levadas numa caixa de sapatos.

Bonnie Clutter, novembro de 1959
(por Truman Capote)


Eu nunca devia ter saído de lá.

Agora toma!

30 de jan. de 2006

samba do anjo pelado

em cada nuvempus um coreto e uma banda
mandei jogar confete pelo céu azul
em cima do meu telhado
um anjo todo molhado
tocando banjo e sambando quase nu

querubim apronta as suas
o vento varrendo as ruas
um samba pra sacudir os imortais

faça samba do seu jeito
que eu faço o meu sem preconceito
afinal
homens e anjos são iguais

26 de jan. de 2006

do jornalismo

não tem passado.
não tem futuro.
não tem presente.
não tem coisa alguma.
na verdade, não tem nada, mas enche tanto o saco pra falar certinho que digo que não tem coisa alguma...

formação caramelo

formação caramelo forever. e já faz quase um mês.

22 de dez. de 2005

and so it is

em cima do meu telhado
um anjo todo molhado
tocando banjo
e sambando quase nu
Bil Brasil -
home-mate
(ahn?! how's that)
well...

12 de dez. de 2005

lista de coisas que eu fiz pela primeira vez esse fim de semana:
repetir filme no gemini
sorvete caramba de menta
outback
aeroporto de guarulhos - incluindo aviões, área de desembarque e despedidas

fora o que eu não lembro. não, eu já tinha entrado e saído do metro pela mesma estação.

fora as idéias que eu sequer consigo organizar, dirá colocar no papel. se eu fosse um filósofo (como não fora), talvez fosse me complicar. cada merda que a gente faz nessa vida! bom, não ia escrever isso, mas já que começou. bom, desisti. que engraçado!

5 de dez. de 2005

informe

diarinho2

nouam domum nunc in consolatione sita habeo nam non domi avi uiuere poteram ut scitis

Casa nova. Rua Vinícus de Moraes e Rua da Consolação ao mesmo tempo. Póis é. E tem comp e tem net, mas não tou nele. Devia tar fazendo trabalho - mas o cd tá gravando com os textos. Meu fuso horário mudou e isso tá fazendo efeito agora. Bom, férias e tudo se resolve - tornando-se obiamente oficial o errado. Ou não, pensa bem, mas quem liga.

11 de nov. de 2005

Já faz um tempo que tá pra entrar.

E a ironia vai movendo o mundo. Não sei o que dizer porque não sei se deveria falar sobre isso. Não sei a diferença, mas acho que chega a ser um sarcasmo do mundo contra mim. Não há confusão de sentimentos, há a minha insistente mania de fazer amigas mais do que companheiras, se é que me entendem, não tou a fim de procurar outro termo. Mas a ironia move o mundo.

Ironicamente - quase sarcasticamente - uma das coisas mais lindas que eu já vi em toda minha vida é uma coisa que, por princípio e pelo que eu vivo pregando e sentindo, eu deveria detestar. Mas que eu posso fazer, foi lindo e eu guardo isso e não consigo parar de pensar nisso.

Diarinho. Aff!

14 de out. de 2005

Era pra ser uma pergunta.
E hoje eu vou pra Pereira.
Talvez, digo que considero a possibilidade, de começar a trabalhar nisso aqui.
Aí me tiram do meu estágio e eu fico só postanto - sem dinheiro, mas postando.
Prefiro o dinheiro - ganancioso maldito!

E preu explicar pro meu pai que eu não fui na aula hoje. Isso não tá certo.

15 de set. de 2005

linnguam anglica dificilis jam erat, putasne lingua latina

SVMITE MATERIAM VESTRIS - QVI SCRIBITIS - AEQVAM
VIRIBVS ET VESATE DIV - QVID FERRE RECVSENT -
QVID VALEANT VMERI
(38-40 da arte poética, horatius)

13 de set. de 2005

ehp

Cultural Conundrums / As American as apple pie, as Japanese as sempai
Kate Elwood Special to The Daily Yomiuri
On a sunny afternoon in early spring several years ago, I went to pick up my daughter, Frances, from kindergarten. Another mother brought her 1-month-old son along as she came to get her older child, Takayuki, who was in the same class as Frances. The little baby rested peacefully against his mother's shoulder, his little hand clutching her sleeve. It was an endearing sight, and many mothers crowded around for a peek. I may have been particularly moved by the scene because I myself was pregnant with my younger daughter, Mary, and looked forward eagerly to the day I'd be able to hold her in my arms. As I chatted briefly with the new mother, I alluded to my own condition, mentioning that perhaps in a few years both of our younger ones would also be at kindergarten together.
Takayuki's mother acknowledged this likelihood with a friendly dip of her head and a smile, then pointed out, "But they won't be in the same class." She was quite right--her little one had been born in late March, so with the school year beginning in April, he'd be a grade ahead of my daughter although they'd be only a few months apart in age and both born the Year of the Monkey.
I was surprised at her rapid educational calculations but one friendly dip of the head and smile deserves another so I responded in kind. We moved on to exchange war stories about our gruesome experiences of morning sickness and labor, favorite topics of conversation among all mothers, but especially of those who had just returned from or were heading out to the battlefield.
With little kids, it doesn't really matter exactly how old they are or what class they're in. They just play with whoever is engaged in an activity that interests them or whichever fellow tot their mother plunks them down next to. Things become a bit more rigid in primary school, but in the United States, there's still a lot of back and forth between the various grades. In Japan, different grades occasionally team up on school outings and other events, usually with the older kids supervising the younger ones. Nonetheless, the distinction between years at school seems more emphasized and definite here.
When my daughters attended the local school I'd sometimes ask them about some child or other I happened to see in the neighborhood, inquiring whether my daughters knew them. More often than not, my daughters would admit acquaintance, then add dismissively, "But they're in a different grade" as if to say, "But they're from another planet." I began to understand the significance of Takayuki's mother's observation more clearly.
The line of demarcation between grades becomes even more distinct in Japanese middle school. This is when the senior/junior, or sempai/kohai thing, really gets going. This relationship between older and younger students is a vital part of the rest of the educational system, especially in teams, clubs and "circles," but it was a bit mystifying to me at first. I got the basic point: Pretty strict attention is paid to the amount of experience a person has, and the more years or months they have under their belt regarding some kind of pursuit, the more respect they command.
So far, so good. It was a little more surprising to find out that "commanding" respect was not just a figure of speech but could in fact at times be an actual directive. The eighth graders (second grade of middle school) at more than one school specifically instruct (in a nice but unambiguous way) the seventh graders (first grade) belonging to the same club to speak to them using polite forms of Japanese. When I learned this, I tried to imagine the same training occurring between American students.
I came up blank. What could they say? "Don't forget to say please when you ask for help and make sure you're not too nonchalant when you greet us." Language differences make directions like these close to absurd. Even putting the linguistic issue aside, such guidance would seem pompously self-important in the United States. Certainly younger members of a team may look up to older members, but only if they've earned the respect, not as part of a defined deference protocol.
When my university students create skits, "the fear-inspiring high school sempai" is a recurring motif. Among women, skirt length is often the central point of dramatic discord. The kohai's skirt is usually too short and she is severely reprimanded by the older student, who is also showing quite a bit more thigh than regulations allow. I've seen dozens of such mini-plays and initially I thought that the aim was to represent the hypocrisy of the leg-baring upperclassman. However, I came to realize that I was the only one who found the double standard problematic and potential parody material. The skits are not satires. Although the fear and intimidation are comically exaggerated, the plays are more like reality TV, with the basic premise of the hierarchy and its manifestations unquestioned.
I understood the mechanism of the relationship. What I didn't get was the spirit of the thing. Apprehension was there. Haughtiness was there. But these elements were not the beginning and end of the story but rather its obvious accoutrements.
The plots seemed to some degree to match those related to "the fear-inspiring older bully," a stock character of many American TV shows about high school. Yet bullies and sempai are not the same. Somehow, despite the seeming improbability of such a thing to many Americans at first, affection and responsibility appeared to be key components as well.
As an outsider, my best glimpse into the positive side of the sempai/kohai relationship came through the hilarious Fuji TV series "Nurse no Oshigoto," about a clumsy but captivating health-care worker called Asakura and her long-suffering, frequently exasperated sempai Ozaki. In English I suppose we would say that Ozaki is her supervisor and mentor, but the relationship is more like that between an older sister and a younger sister.
After the first season, Asakura herself is put in charge of showing new nurses the ropes, and much of the humor derives from her eagerness to be a sempai even as she manages to screw up every assignment, often reducing the area around her to a shambles. Then it's super sempai Ozaki on the spot, to scold, then rescue, her inept, kind-hearted kohai.
I've been a quintessential kohai for much of my life, starting college at age 17, marrying at 21 and becoming a mother two years later. In the United States, I had many older, wiser friends to steer me. And after coming to Japan at age 20, I had plenty of wonderful sempai to lead the way. Now, unbelievably, I have sometimes realized that without even noticing I've been sempai-ified and it's my turn to show the way, taking a bite of that sweet sempai life.
Elwood is associate professor of English and intercultural communication at Waseda University's School of Commerce. She is the author of "Getting Along with the Japanese" (Ask, 2001).
(Sep. 13, 2005)

29 de ago. de 2005

.txt

nem sei direito o que vai. é um txt que tinha uns escritos, uns trabalhos, umas piadas... dá pra entreter-se por uns bons minutos.

O mundo envelhece

Em um agrupamento populacional, a faixa etária mais numerosa historicamente é a mais jovem. Na maioria dos países do mundo, ainda é, no entanto, nos países mais ricos - ou, diga-se, desenvolvidos - essa situação mudou. A expectativa de vida aumenta bastante seguida de perto pela queda acentuda da natalidade, em virtude de planejamento familiar mais austero - no sentido de menos numeroso - e o número de pessoas com idade "avançada" aumenta. Fato semelhante foi posteriormente observado. Os países em desenvolvimento - os menos pobres - têm passado pelo mesmo fenômeno, quando os jovens perdem espaço para os mais velhos.

A discussão aqui não é do mérito ou não dessa idade. Isso fica para as páginas seguintes. A questão é justamente abrir essa discussão. Recentemente até demais, o Japão pôde ver suas empresas começarem a se concentrar no público mais velho - justamente ao mesmo tempo em que o número de nascimentos no país é superado pelo número de mortes. Os Estados Unidos, por outro lado, já publicam mais de quinze revistas mensais para esse público. Os países em desenvolvimento, como o Brasil, começam a enfrentar o problema que os países desenvolvidos já enfrentaram em virtude da falta de jovens, principalmente em mão-de-obra e o trabalho do Estado pelo bem-estar da população, que varia muito enquanto vairam as faixas etárias. Esses problemas não vão frear a tendência, ela já se enraizou e, em pouco tempo, vai ocupar o mundo todo. E também, claro, vai acabar. Impossível prever como, mas vai.

Ficar velho não é um problema, ora, longe de afirmar isso. Na verdade, é uma vantagem. E para aproveitar bem essa dádiva e, sem esquecer, enfrentar bem os problemas, é preciso entender em que pé estamos. E é isso que veremos.

Henrique de Brito Garcia

greve especial e própria

Henrique de Brito Garcia

Eu não faço greve. Simplesmente não faço greve. Ora, de novo, me defronto com uma. As discussões são intermináveis, as causas insondáveis, e os objetivos inconciliáveis. E por aí vai. E eu não tenho argumento nenhum. Mas não faço greve. Esse é meu argumento. Dessa forma, o que discuto aqui pode parecer enfadonho e até idiota. O meu direito de ter meu (não-)argumento e agir conforme meu pensar não deve vir em resposta ao direito das pessoas de fazerem greve. Isso não é problema meu. O meu direito de ter meu argumento de não fazer greve é parte do meu argumento de não fazer greve. Esse argumento é uma greve em si.

"Mas você não sabe como funcionam as coisas de greve." Não sei porque as coisas não funcionam direito. "Você não sabe as causas." Não sei porque não há casuas. É fato. Mas isso não é causa do argumento de não a greve, embora possa colaborar com ele. Se bem que, percebo agora, já dei pano demais à manga. Não fazer greve inclui não tomar parte na discussão (sem fim) de greve, fazer greve ou não. Falar do não fazer greve e do como isso se resolve por si só já é o suficiente. Já usei todas as linhas necessárias. Uma conversa, troca de pontos de vista, pode acabar sempre convertendo alguém. Eu não faço greve e ponto.

melhoridade

Há alguns anos, quis concluir que quem realmente entendia as coisas da vida eram as crianças bem novinhas. Na idade em que conseguem expressar apenas poucas coisas como água, sim, não, ruim, bom, mamãe, papai e os sonoros e espantados "ahs" deiticos. O mundo é bem simples e não há preocupações - ou seja, elas sabem o que é realmente importante.

Observei então o entendimento entre as crinças e os mais velhos. Na sua imensa sabedoria, as crianças, com muito mais que lógica simples, percebem que, infeliz e invariavelmente, vão se tornar adultos com preocupações exageradas e erradas, no entanto, há felizmente a volta, quando, livres, podem retornar às coisas certas.

Se o homem nasce para viver, quanto melhor quem mais viveu e, quanto melhor ainda quem vive mais. É uma pena que o tempo para uma vida de criança, por assim dizer, só seja dado aos (muito) mais velhos. Quando eu ficar velho não vou querer saber de assentos especiais. De não pagar ônibus sim. Mas se tiver que viajar em pé, que seja. Não porque vou ser um velinho forte. Eu não sei. Mas porque sim. E isso não tem motivo.

Como ser feliz (sendo um perdedor)

Como o a vida é boa, se tudo que você tem a fazer é esperar pelo metrô?

O objetivo das pessoas aqui no mundo no mínimo é ser feliz. Ora, então, seja feliz! Mesmo que haja coisas com as quais discorde/não concorde, que acha erradas, ruins, desconfortáveis, roa, releve, esqueça, simplesmente seja feliz, ora...

Quem age dessa forma é tachado de idiota sempre, de fraco, e quem faz o contrário é o forte, o lutador. No entanto, quem é feliz apesar das adversidades - não no sentido usual, mas no sentido que explico, ser feliz abrindo mão das adversidades, esquecendo-as, relevando-as, abrindo mão do princípio ético de lutar pelo que acha certo ou bom -, é mais forte que qualquer outro, mesmo que o "apesar das adversidades" inclua ignorá-las, relevá-las. Aliás, exatamente por isso. É mais forte quem é feliz, é mais forte quem consegue se deixar levar pela vida, quem consegue se deixar vencer pelo mundo.

Quem luta contra o mundo, vencendo ou não - não importando o resultado usual de derrota total e absoluta - só o faz por não ter forças para abandonar a luta, seja ela vã ou não. Qual são seus princípios éticos? Fazer as coias certas, ser feliz, ou ser feliz fazendo as coisas certas? O que exige mais força é ser feliz, porque os outros são comprados com um esforço pequeno, apesar de parecer maior. Seguir seus princípios éticos é a coisa mais fácil do mundo, porque, afinal, eles são os trilhos que conduzem o pensamento humano - juntamente, e em simbiose, com a lógica. Abrir mão de seus próprios trilhos, do seu próprio andar pelo caminho previamente traçado por sua ética é o passo mais difícil, o maior esforço. Ao não caminhar ao longo do traçado da ética - simplesmente parar - o principal desafido estará vencido. O único esforço de um trem é ser empurrado. Se ele galga através, não faz nada senão seguir os trilhos. Um trem que abrisse mão dos trilhos, mesmo que parado, seria um trem feliz porque estaria resolvido. "Resolvi ser feliz e pronto. Sou feliz." "Hakuna matata", "Tôligano". Um trem parado é, no entanto, um perdedor. Um sujeito feliz - porque não resolve seus problemas não porque não consegue, mas porque não quer - é considerado um perdedor porque pouca atenção se dá ao fato de simplesmetne abandonar-se os problemas. É uma atitude que parece egoísta, mas só é egoísta para os fracos que continuam a lutar contra os problemas. Quem é feliz é feliz, isso é indiferente para eles.

Talvez não concorde totalmetne com as minhas idéias de que as coisas boas da vida são bastante simples. Ou com o velho jargão de que a felicidade está nas coisas pequenas. Mas acompanha parte do ritmo desses pensamentos. A ética da não ética é a ética da felicidade.
Você tem essa força? Eu não...

26 de jul. de 2005

haikai

no meio da noite
pernilongo me acorda
disposto a morrer

24 de jun. de 2005

quebrando a corrente

Tamires, eu não tenho certeza do teu cel e não tenho teu e-mail.
O meu é britonto@gmail.com e eu leio todo dia. Todo dia mesmo, tirando fds.

3 de jun. de 2005

Umas impressões

GALINHÓPOLIS URGENTE
panorâmica - urgente
As impressões que têm da gente

Apesar do meu cabelo estar o mais penteado de uns 2 ou três anos, minha barba rala está a mais comprida de todos os tempos*. Longe de tomar consistência, ficam aqueles pelos compridos encaracolados, parecido com pelos da barriga - guardadas as devidas proporções. Típica de gente da FFLCH.

Tanto que me confundiram com um fumante.

Voltava resoluto do IGc** a ECA quando, passando pelo ponto dos bancos, uma moça, que esperava, muito bonita por sinal: "Por favor". Parei. Ela, meio cara de sofrimento: "Cê tem um isqueiro?" Eu, cara de contrariado e puto - mais puto do que já estava**: Não! Então a moça fez uma cara de "Ah, de novo não!" muito pior do que, nem que fosse isso, ser o décimo cara que ela pede e que não tem isqueiro.

Ou talvez não fosse.

Não sei, eu não fumo.

notas:
* - ia deixar o bigode crescer pro JUCA (Ô USP, como é que pode, as suas minas têm bigode), não sou uma mina da USP, mas é a tradição. Ora, gostei do resultado - apesar de pouca consistência, alguma consistência tem minha barba e se eu deixar e cuidar dela aparando-a, talvez dê certo - pra mim, porque, na verdade, ninguém vai gostar.

** - Como já disse, sou setorista do IGc - Instituto de Geociências para a Agência Universitária de Notícias, minha disciplina. Ora, cobri duas palestras - toscas - da Petrobrás e depois tava rolando um coquetelzinho com canapés. Como estivesse com fome e os canapés fossem meio escassos, aproximei-me de uma bandeja cheia que assomava lustrosa no estante da dita cuja Petrobrás - depois, é claro, de muita hesitação. Uma moça chegou por trás: "Escuta, tão rodando os salgadinhos e esses são dos clientes, dexa para eles mas pode pegar um." Sorri, pedi desculpas, e mandei tudo as favas. Enfia no cu a desgraça do salgadinho, acha que eu ia pegar mais de um. Vadia! Pena que eu não posso falar mal da Petrobrás no texto das palestras. Se pudesse, não falaria porque seria anti-ético, mas, now on, não quero saber. Por isso estava puto quando voltei à ECA.


cultura
Don't panic
The hitchhicker's guide to the galaxy - Douglas Adams, genial. E tou indo ver o filme com o bixo.

31 de mai. de 2005

umas digressões

Há tanto a fazer que resolvi começar perdendo tempo no blog.

Não rolou uma postagem master que seria transcrição do ingresso com que vi Revenge of the Sith.

Não rolou postagem sobre não ir pra Pererz indo pra Guaratinguetá ganhar (mais uma) prata.

Não rolou tempo, porque houve muito o que fazer e eu não comecei perdendo tempo pelo blog.

GALINHÓPOLIS URGENTE
PERIGO

Mais paralisação amanhã - No Net: Indicativo de greve. Haja cornetação assim lá na China. Nesse ritmo, Caiolino Love, Vitucho e o velho Broto vão ficar sem aula também.

17 de mai. de 2005

Umas opiniões

idéia inicial:
Minhas opiniões sobre qualquer coisa são ingênuas demais. As dos (extremo-)esquerdistas, presunçosas. Só uns poucos caras tem cacife para dar opiniões com base - por exemplo, o Fernando Henrique Cardoso, um dos maiores sociólogos do mundo, escreve tratados de política em francês.
mas...
Ouvi então, por acaso, umas histórias dele com a Ana Paula Padrão - minha ídala, Unb, ex-Globo (8 x 10 000), agora SBT (2,5 x 100 000) - de quando ela cobria política no governo dele.
Aí o Nassif veio aqui e corroborou, pelo que eu compreendi, minhas idéias. Só que era pra cobrir economia pro mendigo e pro engenheiro entenderem. Como fazê-lo?

GALINHÓPOLIS URGENTE - de volta, com padrão Folha

panorâmica
Essa semana é do Jornalismo aqui na ECA. Não tem aulas no jornalismo. Sobra tempo. Mas, como lembrou o Juca Kfouri, quanto mais tempo há, menos coisas faz-se.

3 de mai. de 2005

As coisas pequenas pertencem mesmo à gente. Não precisam
ser abandonadas. Podem ser levadas numa caixa de sapatos.


Bonnie Clutter, novembro de 1959
(por Truman Capote)



Eu nunca devia ter saído de lá.

Agora toma!

29 de abr. de 2005

toda minha tolerância era só uma atitudes boazinhas de um sujeito intolerante.

27 de abr. de 2005

Ao contrário do que diz o pessoal da FFLCH, elfos não existem.
Bom, tem um deles bem aqui do meu lado.
Elfo ou fflch?

E justamente quando tava procurando argumentos pra sustentar que eu sou um cara intolerante, sim, comecei a ser um cara bastante tolerante. Vai saber...

19 de abr. de 2005

feriado: pira - soiza, straight from pererz com mamãe e luísa, garça saindo da mocoza e eu colando pro lá. só faltou um campinz e um jundialouco.

1 de abr. de 2005

era o Jaguadarte.
tou mudando de casa e por isso vou mudar a cara daqui também (nossa, que geds!) e acrescentar uns links.

25 de mar. de 2005

Jabberwockky


(by Lewis Carroll)
'Twas brillig and the slithy toves
Did gyre and gimble in the wabe.
All mimsy were the borogroves
And the mome raths outgrabe.

"Beware the Jabberwock my son!
The jaws that bite, the claws that catch!
Beware the Jubjub bird
And shun the frumious Bandersnatch!"

He took his vorpal sword in hand
Long time the manxome foe he sought
So rested he by the Tumtum tree,
And stood awhile in thought.

And, as in uffish thought he stood,
The Jabberwock, with eyes of flame,
Came whiffling through the tulgey wood,
And burbled as it came!

One, two! One, two! And through and through
The vorpal blade went snicker snack!
He left it dead, and with its head
He went galumphing back.

And hast thou slain the Jabberwock?
Come to my arms my beamish boy!
O frabjous day! Callooh! Callay!
He chortled in his joy.

'Twas brillig, and the slithy toves
Did gyre and gimble in the wabe.
All mimsy were the borogroves,
And the mome raths outgrabe.

7 de mar. de 2005

plumas

Lately, só escrevo plumas por aqui, nada pesado - aliás, não escrevo b0sta nenhuma regularmente. O importante é dizer que não tenho mostrado minhas putices aqui. Eu nunca, de fato, quis mostrar, mas sempre recorria a umas cutucadas... Bom, se eu comprar um comp,
¡¡ellas volverán!!

podexá, tia-veritas, eu dexo três gibis do Batman pra sra. E eu não ia comer minha vaca sagrada! Eu ia criá-la! E esqueceste que eu passei dezoito años de mí vida em Pererz - non Mac, non cinema, non any-godamn-thing! Churrasco sagrado é frango com coca-cola lite... isso sim vai ser problema...

4 de fev. de 2005

Cada coisa que a gente fica sabendo nessa vida - e isso só faz a idade apertar mais ainda. Hoje mesmo fui falado que meu cabelo branco doía na vista. Ontem mesmo, no jornal que eu li, não era assim não... Cheguei a última conclusão:

Sabe que, na verdade, eu vou mudar pra Índia: me desfazer de todos os meus bens materiais e virar um monge brahmanista, passar a vida meditando aos pés do Himalaia, banhar-me uma vez por ano nas águas sagradas do gange, viver de raízes e pequenos frutos, criar uma vaca sagrada. Não precisa de mais nada.

E eu ia entregar meus bens aos meus amigos, um pra cada, uns presentes, mas resolvi vender tudo, comprar a passagem e doar o resto pros pobres como minha última ação no ocidente.


3 de fev. de 2005

isso não é sério, mas algo aqui foi?!
calúnia, a pergunta seria: algo aqui NÃO foi?!

talvez tisorem meus palavrões...

é engraçado como em várias línguas, apesar de, a médio e longo praso, os resultados serem contundentemente diferentes, entre foderem e foder-me (fuck'em e fuck me) há uma pequena diferença inicial de posição.

29 de jan. de 2005

Mais do que tudo

eu sou um cara sozinho
que não sabe escrever
canções de amor
mais do que tudo
eu só queria um tinho
e um bocado de coisas
que eu não tenho aonde por
esse mundo são coisas pequenas
sem significado
e na sua vida você simplesmente
junta um monte delas
e as ama

sem título ainda, sem finalização. seguindo a linha de posts - vide escolhendo.blogspot com vários tipos de parágrafos e começando a introdução da minha mais nova teoria.

6 de jan. de 2005

5 de jan. de 2005

Factóide

fui pra Pererz pra me robarem o carro. Mas esse non é o factóide, e sim:
tou aqui no LabRI sozinho usando o comp com login de administrador.

Hua, hua, huahahahahahahahahahahahahaha!

20 de dez. de 2004

E VENHA A NÓS o mundo.
Como eu concordasse...

10 de dez. de 2004

ZS

Zona Sul é estranho, e a barulheira potencializa isso...
Só salva o Bexiga - e a caracamanada -, e pr'espairecer a gente vai comer lá.

Má chè!
De que porão de navio será que saiu meu vô Beibe?!

Criaturas de um dia, o que é qualquer uma delas? O que não é? O homem não é senão o sonho e uma sombra. No entanto, quando surge, como uma dádiva do céu, um lampejo de sol, pausa sobre os homens uma luz radiante e uma vida benigna.

Joseph Campbell in O Poder do Mito; curadoria da tia Veritas



3 de dez. de 2004

Isso vindo de um cara que mora no PutUSP...

Cada coisa que a gente compra nessa vida.
Bom (, "e olha que", "pelo menos"), não foi tão caro assim...

29 de nov. de 2004

Oygo ahora

O Ulisses - técnico aqui to LabRI tá escutando Lisbela, de Los Hermanos. Legal, huh?spc mesmo..e spc também, Danilinho made ¡¡seventy!!

28 de out. de 2004

Idéias

não agora - sem tempo: beber lá em casa! - mas tenho umas idéias boas pra por na roda... aqui, e uma crítica aos punks que li no tovei...

Idéias

não agora - sem tempo: beber lá em casa! - mas tenho umas idéias boas pra por na roda... aqui, e uma crítica aos punks que li no tovei...

25 de out. de 2004

ZN

Zona norte é estranho, e os shoppings daqui potencializam isso

22 de out. de 2004

como fizesse diferença...

12 de out. de 2004

Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo diesel
Me embriagar até que alguém me esqueça

Conclusão: ¿Am I in love?

Conclusão da coisa toda: am I in love? Não sei; mas sim ou não, a primeira pessoa a saber vai ser a diretamente interessada.

10 de out. de 2004

De Drumond

Eu ia escrever isso: "Poyesis./Critatividade sem sentimentos, poesia, poesia por criatividade, por arte, pelo próprio sentimento de arte e mais nenhum. Como um vegetal. Só não consigo encaixar então momentos de maestria de los Hermanos como Sentimental. Isso torna a coisa todoa paradoxal, como tudo que tenho bolar. Mas talvez seja paradoxal mesmo não ser paradoxal." E uma músiquinh tosca que eu fiz. Mas mudei de idéia logo depois disso. E no outro dia, hoje, um tal Drumond me chamou e pediu que escrevesse esses versos dele.
(...)
Morri sem ter tido tempo
de ser vossa, como as outras.
Não me conformo com isso,...
(...)
...Um perfume
que não conheço me invade:
é o cheiro do vosso sono
quente, doce, enrodilhado
nos braços das espenholas.
Oh! Deixai-me dormir convosco.

E vai, como não encontro
nenhum dos meus namorados,
que as francesas conquistaram,
e que beberam todo o uísque
esistente no Brasil
(agora dormem embriagados),
(...)
As moças que ainda estão vivas
têm medo que eu apareça
e lhes puxe a perna... Engano.
Eu fui moça, sere moça
deserta, per omnia secula*
(...)

* - per omnia secula=por todos os séculos.

1 de out. de 2004

Pererz

de novo. Uhu! Dia 7 a noite (qualquer dia que seja, sei que é na quinta a noite).

11 de set. de 2004

Brand nu-link

Mais pra eu lembrar mesmo... Hehe... Ainda viesse bronca, tudo bem, mas nem isso...

E Timeline é bom sim. E quem disser que a Kate - me fugiu o nome datriz - não é gata, eu chuto o saco!

9 de set. de 2004

E se me mandaram pra Vesúvio?

Timeline do gostozão Chrichton. Eu tou ficando muito chato pra ler? Se pah o Chris, Caio, é melhor mesmo sem conhecer história, as you have sopoiled my nextfriday picture. Fora isso, Chrichton é sempre legal, um cara que te prende. Me apanhei hoje no banheiro procurando possíveis erros de transcrição.

Frase Pah&tazl do dia:
DIC MIHI NOMEN TVVM, PUELLA!

8 de set. de 2004

teste

6 de set. de 2004

Passei da hora

Essa semana deve ser a Semana Internacional da Saia Pah&tal

Passei da hora, tou fedendo e com sono. Mas hoje foi o dia do Humanas vs Exatas e foi o melhor dessas "férias" agostinas. À lista seguem the olympics y maluco, que era aquilo... )mas não vai rolar, e ninguém - nem eu, pah&tal - sabe que não( Só a causa é conocida: lembram da conversa de consciência sei-que-lá e tazl. Lembram que não era a minha?

NÃO ERA A MINHA?!?!?

Maluco, que era aquilo....

spc: CamilaS, sua doida-varrida!

4 de set. de 2004

Consiência é uma palavra pesada. E pena, uma leve. Isso é onomatopéico eu dirita.
E olha que, de boa, nem é a minha consiência que tá pesada...

Falta só um pedaço do rio pra gente conhecer...

Não é mesmo, 2?

Após minhanunciada desistência; concentrar-me-ei em fazer otro tipo de mancada. Será queu não largo mão disso? É sinal - óbvio - de que tá chegando atrasado...

E hoje fui tentar ensinar corte semiótico pra mommy e pro Danilinho. Não rolou, eles tavam mais preocupados em me contrariar... Distorceram a coisa toda...

1 de set. de 2004

TVM

Fiz um corre ae pro blog do tvm - link ali, repetilo daria trabaio demais. E semana sem comp e sem idéias, só olimpíada mesmo. A exemplo do Vir: Hakedal, NOR, will you marry me?

exclamação
end
at
um, dois, três, quatro, sete, oito, nove, zero, parênteses

No puedo digitar essos.


* - A Ingred Torlen é mais bonita que sua dupla Hakedal. (02/09/2008)